Neste instante, esteja você onde estiver, há uma casa com o seu nome.
Você é o único proprietário, mas faz tempo que perdeu as chaves.
Por isso, fica de fora, só vendo a fachada. Não chega a morar nela.
Essa casa, teto que abriga suas mais recônditas e reprimidas lembranças, é o seu corpo”.

Se as paredes ouvissem…”…Na casa que é o seu corpo, elas ouvem. As paredes que tudo ouviram e nada esqueceram são seus músculos. O corpo nunca esquece o que aconteceu. Na rigidez, crepitação, fraqueza e dores dos músculos das costas, pescoço, diafragma, coração e também do rosto de do sexo, está escrita toda sua história, do nascimento até hoje.

Sem perceber, desde os primeiros meses de vida, você reagiu a pressões familiares, sociais, morais: “Ande assim!“, “Não se mexa!“, “Tira a mão daí!“, “Fique quieto!“, “Faça alguma coisa!“, “Vá depressa!“, “Onde você vai com tanta pressa?”…

Atrapalhado, você dobrou-se como pode. Para conformar-se, você se deformou. Seu corpo de verdade – harmonioso, dinâmico e feliz por natureza – foi sendo substituído por um corpo estranho, que você aceita com dificuldade e que, no fundo, você rejeita…

E o que fazer para arrumar a casa? Essa casa onde você mora?

A palavra de ordem é: movimentar-se… Fazer as pazes com seu corpo, tratar a rigidez, reestabelecer a força. Há várias maneiras para isso, diversas e variadas atividades. Procure a sua, encontre a que lhe proporcione mais prazer… 

Não é difícil, nem doloroso. Basta começar.

 

Drª. Alessandra Almeida

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